Design de Interação

Conhecimentos de Base Recomendados

Não se aplica

Métodos de Ensino

1 As opções metodológicas centrar-se-ão em três componentes pedagógicas fundamentais: exposição oral centrada nos conteúdos previstos; estudo e apresentação de obras/produções; desenvolvimento de trabalhos sob orientação docente.

2 A unidade curricular poderá ser realizada nas modalidades de avaliação contínua ou de exame.

A avaliação naquelas modalidades obedecerá a critérios que serão explicitados nos enunciados. A avaliação contínua decorre das seguintes componentes – Assiduidade e participação – 10%; Desempenho em trabalho de grupo – 50%; Desempenho individual – 40%.

O exame terá uma componente teórica, com um peso de 40%, e uma componente prática, com um peso de 60%.

Resultados de Aprendizagem

1 Relacionar homem, tecnologia e artefacto na sociedade contemporânea, tendo por referência o design de interação.

2 Compreender conceitos, princípios e metodologias aplicadas ao desenvolvimento de projeto em design de interação.

3 Percecionar e refletir sobre novas abordagens em design de interação.

4 Compreender o papel do Design e do Design de Interação na investigação aplicada.

Programa

1 Homem, artefacto e mediação tecnológica

1.1 Usos e significados dos artefatos

1.2 Tecnologia e sociedade – o pós-digital

2 Interação

2.1 O que é o design de interação

2.2 Compreender e conceptualizar a interação

3 Novas abordagens ao design de interação

3.1 A intangibilidade do produto

3.2 Design de/para a experiência

3.3 Design de/para o comportamento

3.4 Interação social

3.5 Interação emocional

3.6 Novos interfaces

4 Design aplicado em interação

4.1 Processos e metodologias

4.2 Design, prototipagem e construção

4.3 Estudos de caso

4.4 Projeto aplicado

Métodos de Avaliação

Exame
  • - Exame - 100.0%
Aval. Contínua
  • - Assiduidade e participação - 10.0%
  • - Desempenho em trabalho de grupo - 50.0%
  • - Desempenho individual - 40.0%

Estágio(s)

NAO

Bibliografia

Csikszentmihalyi, M. (2002). Fluir. Lisboa: Relógio D` Água.

Demir, E. (2008). The Field of Design and Emotion: Concepts, Arguments, Tools and Current Issues. METU JFA 1 (1). 135.

Desmet, P.R. (2002). Designing emotions. Delft: Pieter Desmet.

Jordan, P. W. (2000). Designing pleasurable products. London: Taylor & Francis.

Koskinen, I, Mattelmaki, T, Battarbee, K. (2003). Empathic design: User Experience in Product design, IT Press.

Moggridge, Bill (2006). Designing Interactions, The MIT Press.

Negroponte, N. (1995). Being Digital. Knopf Doubleday Publishing Group

Norman, D. (2004). Emotional Design. Why we love (or hate) everyday things. New York:

Basic Books.

Preece, J., Rogers, Y., Sharp, H. (2002). “Interaction Design: beyond human-computer interaction”. Jonh Wiley & Sons, New York.

Pepperell, R & PUNT, M. (2000). The PostDigital Membrane: imagination, technology and desire, Intellect Books.

Shedroff, N. (2001). Experience design 1. Indianapolis, Indiana, USA: New Riders.