Videoarte

Conhecimentos de Base Recomendados

N/A

Métodos de Ensino

1 – Componente teórica – exposição oral orientada para os conteúdos previstos, recor-rendo sempre que possível a recursos multimédia.
Componente prática – exercícios práticos de exploração e consolidação dos contéudos da unidade curricular.
Componente teórico-prática – estudo e apresentação de obras/produções.

2 A unidade curricular poderá ser realizada nas modalidade de avaliação contínua ou de exame. A avaliação contínua implica a realização de 3 trabalhos teórico-práticos que terão os seguintes pesos: 1.º trabalho (Imaginário Audiovisual) – 30%; 2.º trabalho (Auto-representação) – 30%; 3.º trabalho (Instalação + Video) – 40%.
O exame terá uma componente teórica, com um peso de 35%, e uma componente prática, com um peso de 65%.

Resultados de Aprendizagem

1. Conhecer e compreender as obras e os autores do vídeo, integrando conhecimentos sobre narrativas visuais e experimentais com o objetivo de produzir, transmitir e promover criativamente uma ideia.
2. Conhecer a metodologia do projecto ideográfico para a aquisição de um domínio de uma terminologia sobre a composição de imagem, da duração e do ritmo.
3. Capacidade de operar e manipular equipamentos de tecnologia fílmica, videográfica e sonora.
4. Saber aplicar as diferentes metodologias e os processos adequados para a pós-produção.

Programa

1. INTRODUÇÃO À LINGUAGEM AUDIOVISUAL
1.1 Contextualização teórica dos meios audiovisuais na contemporaneidade
1.2 Análise e reflexão crítica de obras de realizadores relevantes
2. PRÉ-PRODUÇÃO
2.1 Estrutura projetual da técnicas de pré-produção
2.2 Observação, investigação e representação
3. PRODUÇÃO
3.1 Composição de imagem: perspetiva, formatos, contraste, luz, cor, movimentos de câmara e tipos de enquadramentos
3.2 Utilização de equipamento de produção audiovisual: especificidade de uma câmara de vídeo digital, lentes, ângulos e tripés
4. PÓS-PRODUÇÃO
4.1 Edição de imagem e de som: tipos de união, claridade narrativa, velocidade e ritmo, elementos temporais, sequências e formatos de compressão
4.2 Utilização criativa de efeitos normalizados e de efeitos especiais
5. EDIÇÃO NÃO-LINEAR
5.1 Vídeo e solipsismo
5.2 Processos de abstração – experiência cognitiva

Docente(s) responsável(eis)

Métodos de Avaliação

Avaliação Contínua
  • - trabalho 2 - 30.0%
  • - trabalho 3 - 40.0%
  • - trabalho 1 - 30.0%
Exame
  • - Exame - 100.0%

Estágio(s)

NAO

Bibliografia

Arnheim, R. (1989). A arte do cinema. Lisboa: Edições 70

Brindle, M. (2013). The digital filmmaking handbook. Londres: Quercus Publishing Plc

Dufour, S. (2008). L’image vidéo; D’Ovide à Bill Viola. Paris: Archibooks

Dunn, R. (2004). Vídeo digital. Lisboa: McGraw-Hill

Ellis, J. (1982). Visible fictions: cinema, television, video. London: Routledge & Kegan Paul

Gaskel, E. (2003). The complete guide to digital video. Lewes: Ilex

Kuspit, D. [ed.] (2006). Arte Digital y Videoarte. Transgrediendo los límites de la represen-tación. Madrid: Ediciones Pensamiento

Rancière, J. (2012). Os intervalos do cinema. Lisboa: Orfeu Negro