Manutenção Industrial

Conhecimentos de Base Recomendados

Organização, Gestão e Qualidade

Técnicas de Medidas

Métodos de Ensino

As aulas teóricas são expositivas (sendo feita uma exposição teórica de cada assunto), com o apoio de um videoprojector e do quadro da sala de aula, complementadas com a resolução de exercícios com o apoio de ferramentas informáticas. Nas aulas práticas serão resolvidos exercícios individualmente e em pequenos grupos com o apoio de ferramentas informáticas. Algumas aulas práticas decorrerão em laboratório onde serão executadas medições e outros testes experimentais em grupo.

Resultados de Aprendizagem

Diagnosticar, planificar e implementar as diversas tarefas de manutenção com o objetivo de garantir a máxima disponibilidade e eficiência dos equipamentos e instalações industriais para produzirem com qualidade e garantirem o cumprimento da produção em segurança.

Programa

1. Introdução

1.1. Definições

1.2. Os Custos da Manutenção

1.3. Conceitos atuais de manutenção

2. Planeamento e Organização da Manutenção

2.1. Custos da Manutenção

2.2. Tempos da Manutenção

2.3. Indicadores de Controlo da Manutenção

2.4. Estatística aplicada à gestão da Manutenção

3. Métodos e Gestão da Manutenção

3.1. Manutenção de Melhoria (Proactiva)

3.2. Manutenção Preventiva

3.3. Manutenção Corretiva.

4. Técnicas de Manutenção

4.1. Manutenção e Calibração de Instrumentos de Processo

4.2. Práticas para a eficiência energética

4.3. Monitorização e deteção de avarias em eletricidade

5. Engenharia de Manutenção

5.1. Análise de Falhas e Solução de Problemas

5.2. Ferramentas da Qualidade

Docente(s) responsável(eis)

Fernando Domingues Moita

Métodos de Avaliação

A avaliação é periódica, decorre ao longo do semestre e é constituída por três componentes: Laboratorial (L), Teórica (T) e Teórico-Prática (TP).

 

1. Componente Laboratorial (L)

A avaliação é realizada com base em trabalhos laboratoriais de grupo, no desempenho individual e coletivo e na assiduidade, sendo obrigatória a presença em pelo menos 75% das aulas.
Esta componente tem um peso de 40% na classificação final, sendo obrigatória a sua aprovação.

2. Componente Teórica (T)

A avaliação teórica é realizada com base em dois testes teóricos. Esta componente tem um peso de 30% na classificação final.

3. Componente Teórico-Prática (TP)

A avaliação é realizada com base em dois testes teórico-práticos. Esta componente tem um peso de 30% na classificação final.

 

Classificação Final

Classificação Final = L + T + TP

 

Condições de Aprovação em Frequência

Para aprovação em frequência é obrigatório obter a classificação mínima em todas as três componentes.
A não obtenção dos mínimos em qualquer uma das componentes implica não aprovação, não podendo a classificação final ser superior a 9 valores.

Condições de Acesso a Exame

O acesso a exame pressupõe: Frequência mínima de 50% do total das aulas; Aprovação na Componente Laboratorial.

 

Condições Excecionais e Trabalhadores-Estudantes

Aplicam-se de acordo com os regulamentos específicos dos CTeSP e do ISEC.


    Estágio(s)

    NAO

    Bibliografia

    FARINHA, José Manuel Torres, (2011). Manutenção : a terologia e as novas ferramentas de gestão. Lisboa : Monitor (2A-6-73 ISEC)

    FARINHA, José Manuel Torres, (1997). Manutenção das instalações e equipamentos hospitalares : uma abordagem terológica. Coimbra : Minerva (2A-6-46 ISEC)

    CABRAL, José Saraiva (1998). Organização e gestão da manutenção : dos conceitos à prática. Lisboa : Lidel (2A-6-36 ISEC)

    ASSIS, Rui (1997). Manutenção centrada na fiabilidade : economia das decisões. Lisboa : Lidel (2A-6-33 ISEC)

    MONCHY, François (1989). A função manutenção : formação para a gerência da manutenção industrial. São Paulo : Ebras; Durban (2A-6-10 ISEC)

    FERREIRA, Luís António de Andrade, (1998). Uma introdução à manutenção. Porto : Publindústria, Edições Técnicas (2A-6-40 ISEC)