Técnicas de Interpretação do Património

Conhecimentos de Base Recomendados

Recomenda-se a aprovação na UC precedente de História e Património.

Métodos de Ensino

A lecionação da UC compreende a exposição oral pelo docente de matéria teórica com base em PowerPoint, discussão de temas nas aulas, apresentação e discussão de casos práticos de interpretação, realização de trabalhos práticos e visitas de estudo.

Resultados de Aprendizagem

1. Conhecer o conceito, princípios teóricos e principais meios de interpretação do património;

2. Identificar semelhanças e diferenças conceptuais entre interpretação e museologia, assim como entre  as respetivas instituições e infraestruturas de suporte (ex. museus, ecomuseus, centros de interpretação, etc.);

3. Avaliar as potencialidades de patrimónios culturais ou naturais para a implementação de projectos de interpretação, tendo em conta políticas públicas, legislação e instrumentos de apoio aplicáveis;

4. Aplicar técnicas e instrumentos de interpretação adequados a situações em concreto.

5. Elaborar planos simples de interpretação do património cultural ou natural;

6. Utilizar programas de interpretação em espaços naturais, culturais e recreativos para a promoção de processos educativos.

Programa

1. Introdução à interpretação: conceptualização e aplicações;

2. Meios, técnicas e instrumentos de interpretação;

3. Infraestruturas de interpretação: museus e centros de interpretação;

4. Elaboração de planos de interpretação do património cultural e natural;

5. Particularidades da interpretação do património natural;

6. Análise de programas de interpretação.

Docente(s) responsável(eis)

Vítor Manuel Batista de Moura Carvalho

Métodos de Avaliação

Avaliação contínua:

Parte I (85%):

- Avaliação sumativa: 1 teste de resposta múltipla (50%)

- Trabalhos práticos: TP1 (15%) + TP2 (35%)

Parte II (15%):

- Teste de avaliação (100%):

- Visitas de estudos: as visitas de estudo são obrigatórias e podem ser presenciais ou virtuais. Neste segundo caso implica a realização de um relatório a cada local não visitado, com desenvolvimento em tempo e conteúdo equivalentes a uma visita real, elaborado com base em informação online. A não realização da visita, real ou virtual, implica uma penalização da nota da componente prática da UC.

Exame:

- Prova de exame com uma componente teórica e uma componente prática, ambas com o peso relativo de 50%.


    Estágio(s)

    NAO

    Bibliografia

    ALVES, J., et al (1998), Habitats Naturais e Semi-Naturais de Portugal Continental. ICN, Lisboa.

    ATKINSON et al (2001), A sense of place: an interpretative planning Handbook. 2rd edition. James Carter Editor. Scotland.

    MATEOS RUSILLO, Santos M. (2008), La comunicación global del patrimonio cultural. Del marco teórico al estudio de casos. Gijon: EDICIONES TREA, S.L., 400 p.

    MIRANDA, Jorge Morales (2001), Guía prática para la interpretación del patrimonio: el arte de acercar el legado natural y cultural al público visitante. Junta de Andalucía.

    MURTA, Stela Maris; ALBANO, Celina. (Org.) Interpretar o Patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte: UFMG/Terra Brasilis, 2002.

    PEREIRA, P. (2014). Decifrar a Arte em Portugal – 6 volumes. (Vol. 1 a 6). Lisba: Círculo de Leitores

    PERES, A. (1995), Educando Educadores no Turismo. OMT e Universidade Politécnica de Valença, OMT, Valença.

    PEREZ DE LAS HERAS, M. (1999), La guia del ecoturismo. Ediciones Mundi-Prensa, Madrid.

    SANTOS, J. (2017). Património e Turismo. O Poder da Narrativa. (Vol. 1). Lisboa: Edições Colibri

    Staiff, Russell (2014), Re-imagining Heritage Interpretation: Enchanting the Past-Future. Routledge, 208 p.

    TILDEN, F. (2006), La interpretación de nuestro patrimonio (tradução em castelhano de Interpreting our heritage) GEA/CICLOS (Librería de Ciclos).

    Wood, M. E. (2017), Sustainable Tourism on a Finite Planet (Environmental, Business and Policy Solutions). Routledge, 328 p.