Conhecimentos de Base Recomendados
Biologia e Proteção de plantas.
Métodos de Ensino
Para a concretização dos objetivos da Unidade Curricular e a aquisição das competências previstas, o processo de ensino aprendizagem assenta:
– em aulas de apresentação e discussão dos conteúdos pelos docentes e pelos estudantes;
– PBL (Project Based Leaning) através de levantamento de problemas práticos e da sua resolução, recorrendo a aulas práticas, ou de simulação: na manipulação e aplicação de produtos fitofarmacêuticos; operações com trator e máquinas de aplicação; realização de registos de aplicação, organização do armazém e venda responsável de Produtos Fitofarmacêuticos
Resultados de Aprendizagem
1. Conhecer os Produtos Fitofarmacêuticos e a legislação associada à sua distribuição, comercialização e utilização.
2. Conhecer as normas de segurança e de redução do risco na utilização de produtos fitofarmacêuticos.
3. Conhecer as máquinas de aplicação de produtos fitofarmacêuticos e o trator e o seu funcionamento, regulações, conservação e manutenção.
4. Conhecer as técnicas de aplicação de produtos fitofarmacêuticos mais adequadas a cada situação específica.
5. Conhecer as regras para armazenamento e venda dos produtos fitofarmacêuticos em segurança e prevenção de acidentes.
Programa
Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos, sistemas regulamentares e redução do risco.
1. Produtos fitofarmacêuticos: Definição, classificação, ação e formulação; Sistemas regulamentares e homologação; Distribuição, venda e aplicação; Segurança na utilização; Símbolos toxicológicos e ecotoxicológicos; O rótulo; Equipamento de proteção individual (EPI); Sintomas de intoxicação; Redução do risco na aplicação, para o ambiente e para o consumidor. Controlo de resíduos.
2. Máquinas e técnicas de aplicação: Principais tipos, características, constituição e funcionamento; Utilização, conservação e manutenção. Utilização do trator: Motor, transmissão, hidráulico, painel de instrumentos, engate e regulações. Técnicas de aplicação: Regulação, calibração e afinação, cálculo de doses, concentrações e volumes de calda. Técnicas de aplicação. Conservação e manutenção do material de aplicação.
3. Armazenamento de produtos fitofarmacêuticos, venda responsável e prevenção de acidentes. Medidas de primeiros socorros.
Docente(s) responsável(eis)
Pedro Manuel Reis Mendes MoreiraMétodos de Avaliação
Avaliação contínua
1. Um teste escrito, que permita avaliar todos os conceitos teóricos e práticos desenvolvidos na Unidade Curricular - 50%.
2. Apresentação PBL em formato de poster - 50%
O estudante fica aprovado quando tenha cumprido o valor mínimo de presenças nas aulas (75%) e obtido uma média ponderada das classificações igual ou superior a 9,5 valores.
Exame
Em cada ano letivo, um estudante que não obtenha aprovação durante o período de lecionação (isto é, em frequência) tem acesso a exame final em Época Normal e de Recurso, em datas definidas no Calendário Letivo e no Calendário de Exames.
Se necessário serão criadas alternativas para situações específicas previstas na lei.
O exame constará de uma prova escrita onde serão avaliados todos os conteúdos trabalhados na UC - 100%.
O estudante fica aprovado quando tenha obtido uma classificação igual ou superior a 9,5 valores.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
DGADR – Código de Conduta nos Circuitos de Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos. 2019.
DGAV – Código de Conduta na Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos. 2020.
DGAV – Manual de Rotulagem de Produtos Fitofarmacêuticos. 2019.
DGAV – Manual de boas práticas. Gorgulho-do-eucalipto (Gonipterus platensis). ICNF. 2015.
DGAV – Plano da Acção Nacional para o Uso Sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos (PANUSPF). Volumes I e II. Lisboa. 2013.
DGAV – Plano de Ação Nacional para o Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos (PANUSPF). Estabelecimento e Implementação. 1ª Revisão 2018-2023. Lisboa. 2018.
DGAV – Plano de Ação Nacional para o Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos (PANUSPF). Relatório de Execução 2013-2018. Lisboa. 2018.
DGAV – Relatório de Vendas de Produtos Fitofarmacêuticos em Portugal – 2018. 2020.
DGRF – Identificação e Monitorização de Pragas e Doenças em Povoamentos Florestais. INRB. MADRP. s/data.
Decreto-Lei 101/2009 de 11 de maio. PFs e Ambiente doméstico. 2009.
Decreto-Lei 187/2006 de 19 de setembro. Resíduos de Embalagens de PFs. 2006.
Decreto-Lei 86/2010 de 15 de junho. Inspeção de pulverizadores. 2010.
Directiva 2009/127/CE de 21 de outubro. Material de Aplicação. 2009.
Directiva 2009/128/CE de 21 de Outubro. Uso Sustentável dos Pesticidas. 2009.
Lei 26/2013 de 11 de Abril, Distribuição. Comercialização e Aplicação de PFs. 2013.
Moreira, JF. Exposição aos Produtos Fitofarmacêuticos do operador de material de aplicação. DGPC, MADRP. 2006.
Portaria nº 758/2007 de 3 de julho, Recolha de Embalagens de PFs. 2007.
Regulamento 2009/1107/CE de 21 de outubro, Zonas homogéneas. 2009.
Santos, C, Silva, JHA & Gouveia, JLH. Armazenamento e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, Manual de procedimentos. DRDA, SRAF, Governo dos Açores. 2012.
Simões, JS. Utilização de Produtos Fitofarmacêuticos na Agricultura. Colecção Agricultura e Ambiente. Sociedade Portuguesa de Inovação. 2005.
Tribunal de Contas Europeu. Utilização sustentável de produtos fitofarmacêuticos: poucos progressos na medição e redução dos riscos. 2020.
Pereira, J. F. G., & Sousa, P. N. C. (2018). A aplicação sustentável de produtos fitofarmacêuticos (e-book). Agrobook. ISBN 978-9898927019