Conhecimentos de Base Recomendados
Não aplicável
Métodos de Ensino
A dinâmica das aulas teórico-práticas privilegia metodologias activas e participativas, baseadas no trabalho individual e de grupo das/os estudantes. A avaliação respeitará o estabelecido no regulamento Interno da ESEC. As/Os estudantes escolhem uma das duas modalidades de avaliação: avaliação contínua ou avaliação por exame. A avaliação por exame realiza-se no final do semestre e abrange todo o conteúdo programático trabalhado nas aulas; apresenta-se sob forma de uma prova escrita e uma eventual prova oral. A avaliação contínua decorre ao longo das actividades lectivas. São três os elementos da avaliação e respectivas ponderações: – Trabalho Final: projecto de intervenção socioeducativa (65%); – Testes ao longo do semestre (25%) e Tarefas de aplicação de conhecimentos (10%).
Resultados de Aprendizagem
Na Unidade Curricular Concepção de Projectos de Intervenção Comunitária, as/os estudantes devem ser capazes de: – justificar e fundamentar cientificamente as suas opções e estratégias de intervenção; – identificar e analisar problemas e necessidades educativas de um grupo ou de comunidade; – conceber e implementar estratégias e dinâmicas de intervenção socioeducativas; – conhecer os métodos e técnicas de planeamento estratégico e participativo; – conhecer e manipular as metodologias deintervenção educativa e comunitária, nomeadamente as metodologias de diagnóstico,concepção, execução e avaliação de projectos dirigidos a grupos e instituições locais eregionais, de uma forma autónoma ou em cooperação.
Programa
I Uma introdução à concepção de projectos de intervenção comunitária
I.1 Pressupostos e fundamentos
I.2 Das ideias da educação, da psicologia do desenvolvimento e da necessidade de planificação
II Elementos para a concepção/desenho, execução e avaliação de um projecto de intervenção Comunitária
II.1 Modelos, estratégias e práticas – propostas II.2 O modelo sistémico-tecnológico
II.2.1 Ponto de partida
II.2.2 Diagnóstico
II.2.3 Planificação
II.2.4 Execução
II.2.5 Avaliação
II.2.6 Estratégias de redacção, apresentação e discussão/divulgação de documentos escritos (Anteprojectos; Projectos; Relatórios intermédios ou de progressos; Relatórios Finais; Resumos e artigos de divulgação)
II.2.7 Consolidação de projectos
Docente(s) responsável(eis)
Virgílio Gomes CorreiaMétodos de Avaliação
Avaliação contínua
Concepção/desenho de um Projecto de Intervenção Socioeducativa individual (65%)
Provas escritas ao longo do semestre (25%)
Tarefas práticas de aplicação de conhecimentos (10%)
Avaliação por exame
Prova escrita (100%)
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
Ander-Egg, E. & Idáñes, M.J.A. (1999). Como elaborar um projecto: guia para desenhar projectos sociais e culturais, 16ª ed. Lisboa: CPIHTS
A.V. (2013). Atas do III Congresso Internacional em Estudos Culturais – Ócio, Lazer e Tempo Livre nas Culturas Contemporâneas. Aveiro: Universidade de Aveiro
Bengoetxea. I. L. (coords.) (2021). Metodologías para la construcción de alternativas de vida. Enfoques para el acompañamiento de procesos y consolidación de narrativas sobre la sostenibilidad de la vida. Gernika: Gernika Gogoratuz.
Compass. The Manual on HRE. Estrasburgo: COE Pub. Trad. Port.: Farol. Manual de EDH com Jovens. Coimbra: Pub. HUMANAS EYC (1995). Educational Pack. Estrasburgo: COE.
Correia, V. (selec. e apresent.) (2022). Concepção de projectos de intervenção socioeducativa – Caderno de Texto. Coimbra
Cunha T; Santos C. (2007). Andar por outros caminhos. Santa Maria da Feira: AJP.
Fialho, J. Da Silva, C.A. & Saragoça, J. (coords.) (2015). Diagnóstico Social: teoria, metodologia e casos práticos. Lisboa: Edições Sílabo
Fontes, A. et al. (orgs.) (2014), Cultura e participação: animação sociocultural em contextos iberoamericanos. Leiria: RIAP-Associação Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural – Nodo Português
Freire, P. (2003). Pedagogia da Esperança. Um reencontro com a pedagogia do oprimido. São Paulo: Terra e Paz.
Pereira, J. et al. (2014). Animação sociocultural: turismo, património, cultura e desenvolvimento local. Chaves: Intervenção
Schiefer, U. et al. (2006). MAPA – Manual de Planeamento e Avaliação de Projectos. Cascais: Principia