Prática Instrumental 4

Conhecimentos de Base Recomendados

– Utilizar instrumentos musicais diversificados incluindo, inevitavelmente, a voz.

– Acompanhamento em funções tonais.

Métodos de Ensino

As aulas serão predominantemente práticas com particular ênfase nas técnicas instrumentais base e interpretação de reportório diverso. A avaliação será contínua, incidindo sobre as competências técnicas e a capacidade de interpretação.
Devido ao carácter prático da Unidade Curricular, as metodologias aplicadas vão ao encontro de um ensino centrado na performance musical do aluno, dando ênfase aos diversos aspetos técnicos. Os vários momentos de avaliação/concerto visam preparar o aluno para este tipo de contexto, no qual se integrará enquanto intérprete. A prática instrumental de conjunto congrega em si várias facetas que o músico/animador deve dominar, tendo uma relevância capital na aquisição de competências específicas por parte do aluno. Todo o trabalho se desenvolve no sentido de que o aluno seja dotado de “ferramentas” performativas que lhe possibilitarão, de forma sistemática, uma mais sólida competência musical instrumental na abordagem a repertório diverso e relevante.

Resultados de Aprendizagem

Tendo a Prática Musical, ao nível instrumental, uma importância vital na formação de Músicos/Animadores Musicais, são principais objetivos:
– Aprofundar o desempenho técnico e artístico, explorando todas as potencialidades dos instrumentos, no sentido de permitir uma maior facilidade ao nível da comunicação entre intérprete e ouvinte.
– Explorar os instrumentos individuais na perspetiva da música de conjunto.
– Desenvolver o conhecimento teórico e prático de repertório diverso.
– Abordar as técnicas que permitam interpretar o repertório selecionado de forma estilisticamente correta.

Programa

– Afinação individual e em conjunto
– Estudo de obras selecionadas do repertório vocal/instrumental.
– Critérios performativos para uma execução estilisticamente correta: articulação, dinâmica, vibrato, contextualização performativa histórica, estilística e estética.
– Trabalho de música de conjunto, com formações criadas consoante a base instrumental que a turma possua como primeiro instrumento.
– Abordagem, tanto ao nível vocal como Instrumental, de períodos e estilos musicais eruditos, passando pela música tradicional e jazz.
– Organização de atividades complementares no sentido de apresentar, publicamente, o trabalho desenvolvido.

Métodos de Avaliação

Avaliação Contínua

Os alunos podem optar por avaliação contínua/periódica ou por avaliação por exame da época normal desde que, em qualquer dos casos, frequentem, pelo menos, 85% das aulas lecionadas (art.13 nº 2 reg. acad.).
Os alunos com classificação na avaliação contínua/periódica, ou no exame da época normal, inferior a 10 valores, podem inscrever-se em exame na época de recurso, desde que tenham frequentado, pelo menos, 85% das aulas lecionadas.
Os alunos com classificação na avaliação contínua/periódica ou no exame da época normal igual ou superior a 10 valores podem inscrever-se em exame de recurso, para melhoria de classificação, desde que tenham frequentado, pelo menos, 85% das aulas lecionadas.

Interpretação - 30.0%

Leitura - 30.0%

Técnica instrumental - 40.0%

Exame:

Exame - 100.0%


    Estágio(s)

    NAO

    Bibliografia

    Bochmann, Christopher (2003). A Linguagem Harmónica do Tonalismo. Lisboa: Juventude Musical Portuguesa.
    Bruser, M. (1997). The art of practising, New York, Three rivers press.
    Chailley, Jacques (1991). Compendio de Musicologia. Madrid: Alianza Música.
    Grout, Donald J.; Palisca, Claude V. (1992). Historia de la Música Occidental (I-II). Madrid: Alianza Música.
    Tranchefort, François-René (1998). Guia da Música Sinfónica. Lisboa: Gradiva.
    Nota: A bibliografia referente à seleção repertorial, porque condicionada pela amostra de naipes, será disponibilizada no decorrer de cada semestre.