Conhecimentos de Base Recomendados
CB1. Competências de compreensão e produção oral e escrita em língua portuguesa.
CB2. Domínio funcional do registo formal e dos princípios de correção, coerência e coesão textual.
CB3. Conhecimentos básicos de estruturação textual e argumentação.
CB4. Competências elementares de apresentação oral e interação em contextos formais.
CB5. Competências digitais básicas para pesquisa, produção textual, apresentação e colaboração em ambientes digitais.
Métodos de Ensino
A unidade curricular possui natureza teórico-prática. A assiduidade, a participação ativa, a reflexão crítica e a aplicação dos conteúdos a situações profissionais constituem componentes essenciais do processo de aprendizagem. Os métodos de ensino articulam-se com os objetivos de aprendizagem e privilegiam a participação, a experimentação, a produção e a revisão.
ME1. Exposição interativa: Apresentação, problematização e sistematização de conceitos, com perguntas dirigidas e análise de situações comunicativas.
ME2. Análise linguística e discursiva: Análise de textos, mensagens e produtos multimodais utilizados em contextos profissionais e organizacionais.
ME3. Aprendizagem baseada em casos: Resolução de problemas de comunicação organizacional e tomada de decisões comunicativas.
ME4. Simulação e dramatização: Realização de atividades de atendimento, reunião, negociação, liderança e gestão de conflitos.
ME5. Oficinas de escrita: Planificação, redação, revisão e reformulação de textos profissionais, institucionais e científicos.
ME6. Aprendizagem colaborativa: Desenvolvimento de atividades em pares e pequenos grupos, com distribuição de responsabilidades e responsabilização individual.
ME7. Comunicação oral progressiva: Realização de apresentações breves, gravação e análise do desempenho, sempre que pedagogicamente adequado.
ME8. Avaliação formativa: Feedback docente, avaliação entre pares, autoavaliação e reformulação das produções.
ME9. Produção faseada de um artigo e de um póster científicos: Delimitação do tema, pesquisa bibliográfica, definição do objetivo, elaboração de versões intermédias, revisão, síntese visual e preparação da apresentação oral.
ME10. Análise de situações reais: Observação e apreciação crítica de práticas de comunicação oral, escrita e multimodal em contextos organizacionais.
Organização temporal e cronograma das aulas
A unidade curricular é organizada em 15 aulas presenciais de quatro horas. Cada um dos oito temas do programa é lecionado numa aula específica. Quatro aulas são destinadas à construção faseada do artigo científico; a primeira aula integra a apresentação da unidade curricular, a explicitação dos métodos de avaliação, das regras de assiduidade e de utilização da inteligência artificial, a constituição dos pares e o início da construção do artigo, sendo contabilizada como a primeira das quatro aulas de trabalho no artigo. As restantes aulas destinam-se à elaboração do póster, à prova escrita e à apresentação e defesa oral.
Resultados de Aprendizagem
Objetivo geral
Desenvolver conhecimentos e competências de comunicação oral, escrita, interpessoal, organizacional e científica necessários ao exercício qualificado de funções de Assessoria de Direção em contextos profissionais dinâmicos, multiculturais e tecnologicamente mediados, mediante a aplicação de métodos, técnicas e instrumentos adequados.
Resultados de aprendizagem
OA1. Analisar os processos de perceção e de construção de sentidos em situações comunicativas.
OA2. Explicar a relação entre motivação, comportamento e comunicação.
OA3. Distinguir os elementos, os canais, os meios, os tipos e as barreiras da comunicação.
OA4. Avaliar a coerência entre linguagem verbal, linguagem não verbal e imagem.
OA5. Aplicar estratégias de comunicação assertiva em relações profissionais.
OA6. Analisar comportamentos individuais e interpessoais em contextos organizacionais.
OA7. Caracterizar os diferentes públicos de uma organização e adaptar as mensagens às suas necessidades.
OA8. Produzir mensagens orais, escritas e multimodais, incluindo textos profissionais, institucionais e científicos, adequadas aos objetivos, aos destinatários e aos contextos de comunicação.
OA9. Planificar, executar e avaliar apresentações públicas e defesas orais de trabalhos científicos.
OA10. Mobilizar pensamento criativo, crítico e analítico na tomada de decisões comunicativas.
OA11. Utilizar estratégias de comunicação associadas à liderança, à colaboração e à gestão de conflitos.
OA12. Selecionar ferramentas digitais adequadas aos objetivos, aos destinatários e aos contextos de comunicação, utilizando-as de forma ética, crítica e transparente.
Competências a desenvolver
CD1. Comunicação oral e escrita: Produzir discursos e textos claros, corretos, coerentes e adequados a diferentes contextos profissionais, institucionais e científicos.
CD2. Comunicação interpessoal: Utilizar estratégias de assertividade, escuta ativa, cortesia linguística, negociação e gestão do desacordo.
CD3. Pensamento crítico: Analisar situações comunicativas, identificar problemas e fundamentar decisões.
CD4. Comunicação organizacional: Adaptar mensagens, géneros textuais, canais e registos aos diferentes públicos de uma organização.
CD5. Competência digital: Selecionar e utilizar ferramentas digitais e sistemas de inteligência artificial de forma ética, crítica e transparente.
CD6. Comunicação científica: Pesquisar, selecionar, sintetizar, citar e comunicar informações científicas por escrito, visualmente e oralmente.
CD7. Colaboração e liderança: Participar em equipas, distribuir responsabilidades, dar e receber feedback e gerir conflitos.
Programa
P1. A perceção e a construção de sentidos
1.1. O processo de construção da perceção do mundo pelo sujeito.
1.2. A relação entre linguagem verbal, linguagem não verbal, imagem e perceção.
1.3. A interpretação e a construção de sentidos em contextos profissionais.
P2. A motivação e a mobilização do comportamento
2.1. A importância da motivação enquanto fator mobilizador de comportamentos.
2.2. As teorias da motivação.
2.3. A linguagem motivadora, a persuasão e a participação organizacional.
P3. A comunicação humana
3.1. Conceito e funções da comunicação.
3.2. Elementos, canais, tipos e meios de comunicação.
3.3. Barreiras comunicativas.
3.4. Linguagem, imagem e comunicação multimodal.
3.5. Clareza, correção, coerência, coesão e adequação da mensagem.
P4. Estilos comunicacionais
4.1. Estilos de relacionamento interpessoal.
4.2. Características e vantagens do estilo assertivo.
4.3. Escuta ativa, cortesia linguística e gestão do desacordo.
P5. O comportamento individual e interpessoal no seio da organização
5.1. O comportamento individual no contexto organizacional.
5.2. Princípios para uma gestão organizacional eficaz.
5.3. Comunicação em equipa, feedback, liderança e gestão de conflitos.
P6. Os públicos de uma organização
6.1. Definição, identificação e caracterização dos públicos organizacionais.
6.2. Estratégias de comunicação dirigidas a diferentes públicos.
6.3. Adequação da linguagem, do género textual, do canal e do registo ao destinatário.
P7. A comunicação na Assessoria de Direção
7.1. Comunicação organizacional e estratégica.
7.2. Tipos, canais e suportes de comunicação.
7.3. Ferramentas digitais de comunicação: Web 2.0, plataformas colaborativas, redes sociais organizacionais e sistemas assistidos por inteligência artificial.
7.4. Géneros escritos da comunicação profissional, institucional e científica.
7.5. Estrutura, redação, revisão, citação e referenciação de um artigo científico breve.
7.6. Princípios de elaboração de um póster científico.
P8. Comunicar em público
8.1. Princípios da comunicação em público.
8.2. Planificação e estruturação da apresentação.
8.3. Seleção e utilização de auxiliares visuais.
8.4. Comunicação verbal, paraverbal e não verbal.
8.5. Gestão de perguntas, objeções e situações imprevistas.
8.6. Avaliação da eficácia comunicativa.
Docente(s) responsável(eis)
Isabel de Lurdes Pereira do CaboMétodos de Avaliação
Avaliação contínua, modalidade preferencial
A avaliação contínua integra cinco componentes obrigatórios. A aprovação exige a realização de todas as componentes e uma classificação final igual ou superior a 9,5 valores.
MA1. Portefólio de microtarefas e autoavaliação, 10%
Integra microtarefas orais e escritas realizadas ao longo do semestre, individualmente, em pares ou em equipa, 5%, e atividades estruturadas de autoavaliação realizadas antes e depois dos blocos temáticos, 5%. A classificação é individual e considera a qualidade das produções, a progressão, a aplicação do feedback e a profundidade da reflexão.
MA2. Prova escrita individual, 40%
Avalia o domínio conceptual, a aplicação dos conteúdos a situações profissionais, a análise de problemas comunicativos, a argumentação e a correção e adequação linguísticas.
MA3. Artigo científico elaborado em pares, 20%
Avalia a delimitação do tema, a definição dos objetivos, o rigor conceptual, a pesquisa e seleção de fontes, a estrutura, a argumentação, a correção linguística, a coerência, a coesão e o cumprimento das normas de citação e referenciação segundo a APA 7.ª edição.
MA4. Póster científico elaborado em pares, 10%
É produzido a partir do artigo científico e constitui o suporte visual da apresentação oral. Avalia a capacidade de síntese, a organização e hierarquização da informação, a legibilidade, a articulação entre texto e elementos visuais, a correção linguística, a qualidade visual e a adequação ao público.
MA5. Apresentação e defesa oral realizadas em pares, 20%
Avalia o domínio do artigo, a clareza e a organização da exposição, a fluência, a dicção, a prosódia, a comunicação não verbal, a gestão do tempo, a utilização funcional do póster e a capacidade de responder a questões. A apresentação é realizada em pares, mas o desempenho oral é classificado individualmente.
Fórmula de classificação final: CF = 0,10 × MA1 + 0,40 × MA2 + 0,20 × MA3 + 0,10 × MA4 + 0,20 × MA5
O artigo científico, o póster científico e a apresentação oral são realizadas em pares. A classificação do artigo e do póster pode ser diferenciada quando se verifiquem diferenças substanciais no contributo individual, documentadas pelo acompanhamento do processo de trabalho. Na apresentação e defesa oral, cada estudante deve intervir de forma equilibrada, demonstrar conhecimento global do trabalho e responder individualmente às questões colocadas.
Avaliação por exame, época de recurso e época especial
Na avaliação por exame, na época de recurso e na época especial não se inclui o portefólio de microtarefas e autoavaliação. A avaliação integra as seguintes componentes obrigatórias:
MA6. Prova escrita individual, 50%
Avalia os conteúdos da unidade curricular, a capacidade de análise, a aplicação a situações profissionais, a argumentação e a correção e adequação linguísticas.
MA7. Artigo científico, 20%
É realizado em pares quando existir outro estudante inscrito na mesma época de avaliação. Na impossibilidade de constituir um par, é realizado individualmente. Aplicam-se os critérios definidos para MA3.
MA8. Póster científico, 10%
É elaborado a partir do artigo científico e constitui o suporte visual da apresentação oral. Aplicam-se os critérios definidos para MA4.
MA9. Apresentação e defesa oral, 20%
É realizada em pares quando existir outro estudante inscrito na mesma época, com classificação individual do desempenho oral. Na impossibilidade de constituir um par, é realizada individualmente. Aplicam-se os critérios definidos para MA5.
Fórmula da avaliação por exame: CF = 0,50 × MA6 + 0,20 × MA7 + 0,10 × MA8 + 0,20 × MA9
O artigo e o póster devem ser entregues até cinco dias úteis antes da apresentação e defesa oral, salvo indicação distinta constante do calendário da época de avaliação. A aprovação exige a realização de todas as componentes e uma classificação final igual ou superior a 9,5 valores. As componentes não possuem classificação mínima autónoma.
Assiduidade e estatutos especiais
A avaliação contínua exige a presença em pelo menos 80% das aulas previstas. Considerando 15 aulas de quatro horas, o estudante deve estar presente em pelo menos 12 aulas. Os trabalhadores-estudantes e os estudantes abrangidos por outros estatutos legalmente reconhecidos estão dispensados do requisito de assiduidade, nos termos regulamentares, mas devem realizar todas as componentes obrigatórias, contudo as microtarefas presenciais podem ser substituídas por atividades individuais equivalentes, definidas pela docente. Sempre que não seja possível constituir um par, o artigo, o póster e a apresentação oral são realizados individualmente, mantendo-se as ponderações e os critérios de avaliação.
Conservação de classificações e melhoria
No mesmo ano letivo, os estudantes que tenham obtido classificação igual ou superior a 9,5 valores em MA3, MA4 e MA5 podem requerer a conservação dessas classificações nas épocas de exame, realizando MA6 com a ponderação de 50%. O portefólio não é considerado na avaliação por exame. A melhoria de classificação realiza-se de acordo com a estrutura prevista para a avaliação por exame e nos termos do regulamento académico aplicável.
Utilização de inteligência artificial
MA1. A utilização de IA pode ser autorizada em microtarefas específicas para apoio à organização de ideias ou à revisão linguística. A autoavaliação deve ser redigida pelo estudante. Sempre que a IA seja utilizada, deve ser declarada.
MA2 e MA6. Não é permitida a utilização de ferramentas de IA, tradução automática, corretores avançados ou outros recursos não expressamente autorizados durante as provas escritas.
MA3 e MA7. A IA pode ser utilizada de forma condicionada para gerar termos de pesquisa, organizar preliminarmente ideias ou apoiar a revisão linguística. Não pode substituir a pesquisa científica, produzir referências não verificadas, redigir integralmente o artigo ou realizar a análise crítica em nome dos estudantes.
MA4 e MA8. A IA pode apoiar aspetos gráficos ou a reformulação concisa de informação, desde que o conteúdo seja verificado pelos estudantes e o uso seja declarado. Não é permitida a inclusão de referências ou dados gerados e não verificados.
MA5 e MA9. Não é permitida a utilização de IA durante a apresentação e a resposta às questões. A utilização na preparação deve ser declarada quando tiver ocorrido.
A declaração de utilização de IA deve identificar a ferramenta, a finalidade, os prompts relevantes, as partes em que foi utilizada, as alterações realizadas e os procedimentos de verificação conceptual, linguística e bibliográfica. A utilização não autorizada é tratada de acordo com as normas de integridade académica e o regulamento institucional aplicável.
No caso de suspeita fundada de fraude detetada na fase de correção de prova, o estudante será convocado para prestação de prova oral para verificação dos conhecimentos e competências demonstradas. Esta verificação é realizada por um júri constituído pelo docente da UC e por mais 2 docentes da mesma área. Caso o estudante não comprove ter os conhecimentos e competências demonstrados na prova escrita, a prova ser-lhe-á anulada.
Carga de trabalho
A unidade curricular corresponde a 6 ECTS e compreende 15 aulas presenciais de quatro horas, num total de 60 horas de contacto. Prevê-se uma carga de trabalho total aproximada de 165 horas, incluindo 105 horas de trabalho autónomo. O trabalho autónomo compreende estudo, leitura, pesquisa bibliográfica, realização das microtarefas, redação e revisão do artigo científico, elaboração do póster, preparação da apresentação oral e preparação da prova escrita.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
Apresentam-se três referências fundamentais por tema. A bibliografia complementar e os materiais de apoio serão organizados e disponibilizados na plataforma digital da unidade curricular.
1. A perceção
- Carmichael, C. L., & Mizrahi, M. (2023). Connecting cues: The role of nonverbal cues in perceived responsiveness. Current Opinion in Psychology, 53, 101663. https://doi.org/10.1016/j.copsyc.2023.101663
- Glikson, E., & Riordan, M. A. (2024). Beneficial outcomes of appropriate nonverbal displays of negative affect in virtual teams. Computers in Human Behavior, 154, 108165. https://doi.org/10.1016/j.chb.2024.108165
- Khan, M., Zeb, S., Batool, R., & Gasiorowska, A. (2025). Non-verbal communication questionnaire: A measure to assess effective interaction. Frontiers in Psychology, 15, 1409675. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2024.1409675
2. A motivação
- Gagné, M., Parker, S. K., Griffin, M. A., Dunlop, P. D., Knight, C., Klonek, F. E., & Parent-Rocheleau, X. (2022). Understanding and shaping the future of work with self-determination theory. Nature Reviews Psychology, 1, 378-392. https://doi.org/10.1038/s44159-022-00056-w
- Van den Broeck, A., Howard, J. L., Van Vaerenbergh, Y., Leroy, H., & Gagné, M. (2021). Beyond intrinsic and extrinsic motivation: A meta-analysis on self-determination theory’s multidimensional conceptualization of work motivation. Organizational Psychology Review, 11(3), 240-273. https://doi.org/10.1177/20413866211006173
- Tao, W., Lee, Y., Sun, R., Li, J. Y. Q., & He, M. (2022). Enhancing employee engagement via leaders’ motivational language in times of crisis: Perspectives from the COVID-19 outbreak. Public Relations Review, 48(1), 102133. https://doi.org/10.1016/j.pubrev.2021.102133
3. A comunicação humana
- Verčič, A. T., Verčič, D., Čož, S., & Špoljarić, A. (2024). A systematic review of digital internal communication. Public Relations Review, 50(1), 102400. https://doi.org/10.1016/j.pubrev.2023.102400
- Lane, J. N., Leonardi, P. M., Contractor, N. S., & DeChurch, L. A. (2024). Teams in the digital workplace: Technology’s role for communication, collaboration, and performance. Small Group Research, 55(1), 139-183. https://doi.org/10.1177/10464964231200015
- Kaneko, A. (2025). Team communication in the workplace: Interplay of communication channels and performance. Business and Professional Communication Quarterly, 88(2), 223-248. https://doi.org/10.1177/23294906231190584
4. Estilos comunicacionais
- Jiang, Z., Wang, Z., & Feng, C. (2023). Choosing a better communication style: Revealing the relationship between communication style and knowledge-hiding behaviour. Humanities and Social Sciences Communications, 10, 548. https://doi.org/10.1057/s41599-023-02063-5
- Gutgeld-Dror, M., Laor, N., & Karnieli-Miller, O. (2024). Assertiveness in physicians’ interpersonal professional encounters: A scoping review. Medical Education, 58(4), 392-404. https://doi.org/10.1111/medu.15222
- Chen, H. W., Wu, J. C., Kang, Y. N., Chiu, Y. J., & Hu, S. H. (2023). Assertive communication training for nurses to speak up in cases of medical errors: A systematic review and meta-analysis. Nurse Education Today, 126, 105831. https://doi.org/10.1016/j.nedt.2023.105831
5. O comportamento individual e interpessoal no seio da organização
- Rockmann, K. W., & Bartel, C. A. (2025). Interpersonal relationships in organizations: Building better pipes and looking through prisms. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 12, 295-320. https://doi.org/10.1146/annurev-orgpsych-110622-061354
- Fraccaroli, F., Zaniboni, S., & Truxillo, D. M. (2024). Challenges in the new economy: A new era for work design. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 11, 307-335. https://doi.org/10.1146/annurev-orgpsych-081722-053704
- Dong, R. K., Li, X., & Hernan, B. R. (2024). Psychological safety and psychosocial safety climate in the workplace: A bibliometric analysis and systematic review towards a research agenda. Journal of Safety Research, 91, 1-19. https://doi.org/10.1016/j.jsr.2024.08.001
6. Os públicos de uma organização
- Kujala, J., Sachs, S., Leinonen, H., Heikkinen, A., & Laude, D. (2022). Stakeholder engagement: Past, present, and future. Business & Society, 61(5), 1136-1196. https://doi.org/10.1177/00076503211066595
- Ma, X., Ma, L., & Liu, B. F. (2023). Should relationships be at the heart of public relations? A meta-analysis of the antecedents and consequences of organization-public relationships. Public Relations Review, 49(5), 102388. https://doi.org/10.1016/j.pubrev.2023.102388
- Saka-Helmhout, A., Álamos-Concha, P., Machado López, M., et al. (2024). Stakeholder engagement strategies for impactful corporate social innovation initiatives by multinational enterprises. Journal of International Management, 30(4), 101159. https://doi.org/10.1016/j.intman.2024.101159
7. A comunicação na Assessoria de Direção
- Wuersch, L., Neher, A., Maley, J. F., & Peter, M. K. (2024). Using a digital internal communication strategy for digital capability development. International Journal of Strategic Communication, 18(3), 167-188. https://doi.org/10.1080/1553118X.2024.2330405
- Wuersch, L., Neher, A., & Peter, M. K. (2023). Digital internal communication: An interplay of socio-technical elements. International Journal of Management Reviews, 25(3), 614-639. https://doi.org/10.1111/ijmr.12323
- Verčič, A. T., Verčič, D., Čož, S., & Špoljarić, A. (2024). A systematic review of digital internal communication. Public Relations Review, 50(1), 102400. https://doi.org/10.1016/j.pubrev.2023.102400
8. Comunicar em público
- Gallego, A., McHugh, L., Penttonen, M., & Lappalainen, R. (2022). Measuring public speaking anxiety: Self-report, behavioural and physiological measures during a speech challenge. Behavior Modification, 46(4), 782-798. https://doi.org/10.1177/0145445521994308
- Lim, M. H., Aryadoust, V., & Esposito, G. (2023). A meta-analysis of the effect of virtual reality on reducing public speaking anxiety. Current Psychology, 42(15), 12912-12928. https://doi.org/10.1007/s12144-021-02684-6
- Rodero, E., & Larrea, O. (2022). Virtual reality with distractors to overcome public speaking anxiety in university students. Comunicar, 30(72), 87-99. https://doi.org/10.3916/C72-2022-07