Conhecimentos de Base Recomendados
Não disponível.
Métodos de Ensino
Nas aulas teóricas é feita uma exposição teórica de cada assunto.
Nas aulas teórico-práticas é efetuada a associação dos conceitos teóricos à resolução de exercícios teórico-práticos e apresentação de equipamentos utilizados.
Nas aulas práticas são efetuados exercícios práticos didáticos ilustrativos de aplicações práticas.
Resultados de Aprendizagem
Com esta unidade de formação pretende-se que o formando seja capaz de:
Conhecer os princípios físicos que regem o funcionamento de sistemas pneumáticos e óleo-hidráulicos, leis matemáticas associadas e grandezas físicas e respetivas unidades de medida; Conhecer as vantagens e limitações da utilização das energias pneumática e óleo-hidráulica; Ler, interpretar e executar circuitos/sistemas pneumáticos e óleo-hidráulicos, utilizando simbologia normalizada; Identificar e saber os princípios construtivos e funcionais dos elementos constituintes de circuitos/sistemas pneumáticos e óleo-hidráulicos; Consultar e interpretar informação técnica de catálogos de fabricantes de equipamentos pneumáticos e óleo-hidráulicos; Realizar a montagem de circuitos/sistemas pneumáticos e óleo-hidráulicos, interligando os diferentes elementos. Saber realizar a montagem de circuitos/sistemas pneumáticos e óleo-hidráulicos, interligando os diferentes elementos. Saber consultar e interpretar informação.
Programa
Pneumática:
– Princípios e grandezas físicas associadas aos sistemas pneumáticos;
– Produção, tratamento, armazenamento e distribuição de ar comprimido: compressores, filtro, lubrificador, regulador de pressão, secador, reservatórios, redes de distribuição;
– Elementos pneumáticos: cilindros, motores, válvulas direcionais, manométricas, fluxométricas, bloqueio, válvulas lógicas, temporizador pneumático, válvula de sequência;
– Representação de sistemas/circuitos pneumáticos: estrutura de um circuito pneumático; simbologia normalizada;
– Montagem e simulação prática de circuitos pneumáticos;
Óleo-hidráulica:
– Princípios e grandezas físicas associadas aos sistemas óleo-hidráulicos: princípios da alavanca hidráulica e de Pascal, equações da continuidade e de Bernoulli, perdas de carga;
– Elementos óleo-hidráulicos: cilindros lineares, motores hidráulicos, válvulas direcionais e manométricas e fluxométricas e antirretorno;
– Representação de sistemas/circuitos óleo-hidráulicos: estrutura de um circuito pneumático, simbologia normalizada;
– Montagem e simulação prática de circuitos óleo-hidráulicos.
Docente(s) responsável(eis)
Pedro Jorge Borges Fontes Negrão BeirãoMétodos de Avaliação
A avaliação compreende duas componentes.
a) Componente 1 de avaliação: pode ser realizada por avaliação contínua ou através de exame final. Quando realizada por avaliação contínua, correspondente à realização de dois testes escritos (com partes teórica e teórico-prática), a realizar a meio e no final do semestre, no horário de aulas teóricas e teórico-práticas. O acesso está condicionado ao mínimo de 75 % de presenças no conjunto das aulas teóricas, teórico-práticas e práticas-laboratoriais, já decorridas até à data de realização de cada um dos testes. Os testes têm uma duração máxima de 120 minutos (30 minutos para a parte teórica e 90 minutos para a parte teórico-prática) e são cotados para 20 valores (a parte teórica vale 8 valores e a teórico-prática vale 12 valores).
Alternativamente, esta avaliação contínua, pode ser substituída pela aprovação em exames finais (época normal, época de recurso e épocas especiais definidas anualmente pela Presidência do ISEC).
Os exames finais têm uma duração máxima de 150 minutos e são cotados para 20 valores (a parte teórica vale 8 valores e a teórico-prática vale 12 valores).
b) Componente 2 de avaliação: corresponde à avaliação das aulas prático-laboratoriais. Caso se verifique a reprovação nesta “Componente de Avaliação Prático-Laboratorial”, será realizada uma prova adicional, que se realizará na época normal de exames.
A aprovação final está condicionada à obtenção de média final igual ou superior a 9,5 valores (escala 0-20 valores) e ainda:
a) A um mínimo de 75 % de presenças no conjunto das aulas teóricas e teórico-práticas e práticas-laboratoriais, caso o aluno não seja abrangido por qualquer exceção prevista na lei.
b) A um mínimo de 9,5 valores na média das classificações dos dois testes ou em exame final.
c) A uma classificação igual ou superior a 7,5 valores nos dois testes.
d) A uma classificação média não inferior a 9,5 valores na Componente 2 de avaliação (parte prático-laboratorial).
Classificação final = 0,70*A+0,30*B , onde:
A – Classificação na componente 1 de avaliação; B – Classificação na componente 2 de avaliação.
Não é permitido o uso de elementos de consulta nem de dispositivos eletrónicos, ou outros, durante os testes / exames.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
GÖTZ, W. – Hidráulica, Teoria e aplicações, Robert Bosch GmbH, 1991
MERKLE, D., SHRADER, B., THOMES; M. – Hydraulics basic level TP501 – Textbook, Festo Didactic, 1990
ZIMMERMANN, A. – Hydraulics basic level – Workbook, Festo Didactic, 1995
OCKER, T. – Hydraulics advanced level – Workbook, Festo Didactic, 1995CROSER, P. – Pneumatics basic level TP101 – Textbook, Festo Didactic, 1989
WALLER, D., Werner, H. – Pneumatics basic level – Workbook, Festo Didactic, 1993
HESS, S. – 99 Examples of pneumatic applications, Festo, 2001
CROSER, P., THOMSON, J., EBEL, F. – Fundamentos de Neumática Festo, Festo Didactic, 2000
PARKER, Tecnologia Pneumática Industrial, Parker Hannifin Corporation, 2000
PARKER, Tecnologia Hidráulica Industrial, Parker Hannifin Corporation, 2000
Software de simulação pneumática e óleo-hidráulica
Apontamentos/apresentações em suporte informático