Conhecimentos de Base Recomendados
Não se aplica.
Métodos de Ensino
A metodologia pedagógica assenta em dois processos de aprendizagem:
MÉTODO AFIRMATIVO, nas aulas teórico-práticas, em que o conhecimento se transmite recorrendo à exposição e demonstração de
matérias inerentes a cada temática, fomentando-se a reflexão sobre assuntos estudados.
MÉTODO ATIVO, nas aulas práticas, assente no princípio da autoformação, em que o aluno recorre à análise e ensaio de exercícios
experimentais, estimulando as suas competências práticas. Os alunos são acompanhados na resolução, individual ou em grupo, dos
exercícios práticos.
Resultados de Aprendizagem
Desenvolver conhecimentos básicos sobre os elementos de conforto ambiental, para permitir elevados desempenhos na conceção
arquitetónica e do espaço urbano.
Aquisição de saberes fundamentais relacionados com a construção bioclimática articulando os conceitos técnico-científicos fundamentais,
explorando as potencialidades dos métodos, com o objetivo de integrar esses conhecimentos na teoria e na prática da construção, seja na
conceção urbanística, na conceção de novos edifícios ou na reabilitação dos edifícios existentes.
COMPETÊNCIAS
Desenvolver conhecimentos e aptidões, no âmbito da construção bioclimática, do desempenho higrotérmico, lumínico e acústico do
ambiente construído que permita de forma integrada, em equipa, realizar trabalho colaborativo.
Saber caracterizar e adequar materiais de construção, de técnicas e sistemas construtivos para promover o conforto térmico e acústico dos
ambientes construídos.
Programa
01:INTERPRETAÇÃO DOS ELEMENTOS CLIMÁTICOS
Topografia
Implantação
Vegetação
Água
Vento
Luz solar
02:PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS
Energia Solar e o Edifícios
Geometria Solar
Envolvente exterior dos Edifícios – composição e orientação fachadas
Ventilação nos Edifícios.
Conforto térmico
Conforto acústico
Ventilação natural
03:CONCEITOS TÉCNICOS EM CONSTRUÇÃO BIOCLIMÁTICA
Sistemas de ventilação recuperação de calor
Sistemas avançados de iluminação passiva
Sistemas de aquecimento e arrefecimento passivo
Sistemas de aquecimento e arrefecimento ativo
Sistemas de recolha de águas pluviais
Sistemas de depuração de águas domésticas
Instalação solar térmica
Instalação geotérmica
Microgeração de energia
04: OS MATERIAIS NA CONSTRUÇÃO BIOCLIMÁTICA
Materiais sustentáveis – a escolha eficiente
Inércia térmica
Isolantes térmicos
Paredes Trombe
05: O DESENHO PASSIVO – AÇÕES PARA UM PROJETO ECOLÓGICO
Integração de estratégias bioclimáticas em projeto e na fase de construção
Docente(s) responsável(eis)
João Manuel Fernandes SilvaMétodos de Avaliação
METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO: Avaliação Contínua
Os alunos serão sujeitos a avaliação sumativa, numa escala de 0 a 20 valores e obtêm aprovação na unidade curricular quando atinjam, no mínimo, a classificação de 10 valores no total das diversas componentes de avaliação.
Os exercícios de avaliação são realizados durante as aulas práticas. Terão um carácter eminentemente experimental e refletem a aplicação dos conhecimentos adquiridos sobre os temas abordados.
Serão considerados também indicadores como a assiduidade, a pontualidade, o comportamento, o relacionamento e o desempenho nas aulas.
A avaliação será assim traduzida nos seguintes parâmetros:
01 EXERCÍCIO PRÁTICO DE AVALIAÇÃO 10 Valores
02 PROVA DE AVALIAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA 08 Valores
03 ASSIDUIDADE, PARTICIPAÇÃO E DESEMPENHO 02 Valores
A aprovação exige a obtenção de pelo menos 10 (dez) valores na nota final.
Os resultados superiores a 16 valores serão defendidos oralmente, caso o docente o entenda.
Condições de Obtenção e Dispensa de Frequência
A presença nas aulas é obrigatória.
O aluno está obrigado à frequência de pelo menos 2/3 das aulas, de acordo com a regulamentação vigente.
Regime de exceção
Na componente de avaliação contínua de alunos com estatuto de trabalhador-estudante e de outros alunos sujeitos a regimes especiais, compatíveis com a dispensa ou redução dos níveis mínimos de assiduidade, quando se verifique que o limite máximo de faltas foi ultrapassado, será realizada uma prova adicional designada por “Componente de Avaliação Prático-Laboratorial”, em substituição da avaliação contínua.
CONDIÇÕES DE ACESSO A EXAME
Serão admitidos a exame, os alunos que:
1 – Os alunos que optem pelo regime de avaliação contínua e periódica não serão admitidos a exame na época normal;
2 – Serão admitidos a exame na época de recurso, apenas os alunos que na componente de avaliação continua e periódica obtiverem nota superior a 7 (sete) valores;
3 - Sem restrições para todas as épocas de exame, os alunos trabalhadores estudantes, dirigentes associativos, bombeiros, alunos enquadrados noutras situações previstas na lei ou em situação de falta justificada por motivo de doença ou apoio à família, desde que devidamente comprovado.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
Brown, G. Z. & Dekay, M. (2004) Sol, vento e luz – Estratégias para o projeto de arquitetura. Bookman Edition. ISBN-13: 978-8536303444
Gonçalves, H. et al. (1997). Edifícios Solares Passivos em Portugal, Edições INETI
Piedade, A.C., A.M. Rodrigues e L.F. Roriz, “Climatização em edifícios – envolvente e comportamento térmico”, Orion Edition
SOLANAS, Toni (2006) – VIVENDA Y SOSTENIBILIDADE, Vol. 01: Unifamiliar. G. Gili Editora . ISBN 978-84-252-2104-0
SOLANAS, Toni (2006)- VIVENDA Y SOSTENIBILIDADE, Vol. 02: Colectiva. G. Gili Editora. ISBN 978-84-252-2201-6
Tirone, Lívia , N. (2008). Construção sustentável: soluções eficientes hoje, a nossa riqueza amanhã. (2ª ed.). Sintra Editora.
ISNB 9789892011912.
Yeang, Ken (1999). Projectar com la naturaleza: bases ecológicas para el proyecto arquitectónico. G. Gili Editora.
ISBN8425217636.