Conhecimentos de Base Recomendados
n/a
Métodos de Ensino
Os conteúdos TP são abordados igualmente em sessões expositivas, também fundamentados por bibliografia da especialidade.
Complementarmente, são apresentados dados/factos atuais que suportam os conteúdos em análise e/ou projetos de boas-práticas, que
permitem aos estudantes melhor perceberem a aplicabilidade prática dos tópicos abordados. São propostos pelo docente, e realizados
pelos estudantes, exercícios, atividades e/ou tarefas de cariz prático, individualmente e/ou em grupo, para consolidar o abordado em
termos teóricos. Por sua vez, a componente PL é consolidada com a vivência, exploração e experimentação enquanto praticante, numa
primeira fase, e enquanto Técnico numa fase posterior, passando o estudante por várias situações de microensino, assumindo o papel de
Professor/Treinador/Instrutor, tanto em momentos de treino ou prática pedagógica como em momentos de avaliação formal. O(s)
docente(s) da UC utilizará(ão) o NÓNIO, adotado pela ESEC-IPC como plataforma de apoio e interface com os estudantes, facultando-lhes
por essa via materiais de apoio (e.g., diapositivos das aulas), documentos de avaliação (e.g., minutas para elaboração de planos de
sessão) e/ou informações gerais (e.g., alterações pontuais de horário), entre outros (e.g., submissão de trabalhos).
Esta UC apresenta a modalidade de avaliação exclusivamente contínua [100% = 20 valores] considerando os itens:
1. Provas teórico-práticas e prático-laboratoriais (55%).
2. Testes (45%).
3. Participação presencial (5%)
Ao abrigo do ponto 8 do artigo 13º do Regulamento Académico do 1º Ciclo de Estudos da ESEC, o aluno deve cumprir as seguintes
condições para acesso à prova de exame:
1. Ter uma classificação mínima de 50% no item 1.
O exame consta de uma prova teórica (40%) e de uma prática (60%). Para aprovação, o aluno tem de ter uma classificação mínima de
50% em ambas as provas.
Resultados de Aprendizagem
Aquisição e desenvolvimento de conhecimentos e competências em:
1. História e evolução da natação, objetivos da prática, instalações e equipamentos.
2. Adaptação ao meio aquático.
3. Técnica e didática específica da natação pura desportiva: alternadas – crol e costas; simultâneas – bruços e mariposa; realização e
aperfeiçoamento das quatro técnicas; exploração de progressões pedagógicas (pp).
4. Técnica e didática especifica da natação sincronizada.
5. Técnica e didática específica do polo aquático.
6. Técnica e didática específica dos saltos para a água.
7. Salvamento aquático.
Programa
1. Adaptação ao meio aquático
– fundamentos de mecânica dos fluidos
– habilidades motoras aquáticas básicas
– metodologia específica
2. Natação para bebés
– intervenção dos pais no processo ensino-aprendizagem
– promoção do nado automático
– promoção do reflexo epiglotal e da extensão cervical
3. Técnica e didática específica da natação pura
– técnica de crol
– técnica de costas
– técnica de bruços
– técnica de mariposa
– viragens, partidas e chegadas
4. Técnica e didática específica da natação artística
– caracterização da disciplina
– técnicas de base de ns
– adaptação ao meio aquático
5. Técnica e didática específica do polo aquático
– caracterização da disciplina
– regras do jogo
– técnica específica
– jogos pré-desportivos
6. Técnica e didática específica dos saltos para a água
– caracterização da disciplina
– técnica específica
– adaptação ao meio aquático
7. Salvamento aquático
– segurança aquática
– salvamento aquático
Métodos de Avaliação
- - Provas práticas - 60.0%
- - Frequência - 40.0%
- - Trabalho laboratorial ou de campo - 55.0%
- - Assiduidade e Participação - 5.0%
- - Frequência - 40.0%
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
1. Carvalho, C. (1994). Introdução à didáctica da natação. Compendium.
2. Fernandes, W. (2002). Jogos e brincadeiras aquáticas com material não-convencional. Sprint.
3. Newsome, P., & Young, A. (2012). Swim smooth: The complete coaching system for swimmers and triathletes. John Wiley & Sons.
4. Moreno, J. (2001). Juegos acuáticos educativos. INDE.
5. Moreno, J., & Gutierres, M. (1998). Actividades aquáticas educativas. INDE.
6. Reischle, K. (1993). Biomecânica de la natación. Gymnos.
7. Sarmento, P. (2000). A experiência motora no meio aquático. Omniserviços.
8. SESI-SP (2013). Natação, saltos ornamentais, polo aquático & nado sincronizado. SESI.
9. Repositório da Federação Portuguesa de Natação (disponível em: https://fpnatacao.pt/uploads/Manual_Completo_V10.pdf).