Conhecimentos de Base Recomendados
n/a
Métodos de Ensino
Os conteúdos de cariz T são apresentados em sessões expositivas, com recurso a meios audiovisuais (e.g., Microsoft Powerpoint), recorrendo a bibliografia da especialidade (e.g., manuais de referência, artigos científicos), promovendo a discussão e reflexão sobre os tópicos em análise, relacionando-os com os outros conteúdos abordados nesta UC e em outras UC do ciclo de estudos. Por sua vez, a componente PL é consolidada com a vivência, exploração e experimentação enquanto praticante, numa primeira fase, e enquanto Técnico numa fase posterior, passando o estudante por várias situações de microensino, assumindo o papel de Professor/Treinador/Instrutor, tanto em momentos de treino ou prática pedagógica como em momentos de avaliação formal. O(s) docente(s) da UC utilizará(ão) o NÓNIO, adotado pela ESEC-IPC como plataforma de apoio e interface com os estudantes, facultando-lhes por essa via materiais de apoio (e.g., diapositivos das aulas), documentos de avaliação (e.g., minutas para elaboração de planos de sessão) e/ou informações gerais (e.g., alterações pontuais de horário), entre outros (e.g., submissão de trabalhos)
Esta UC apresenta a modalidade de avaliação exclusivamente contínua [100% = 20 valores] considerando os itens:
1. Provas práticas e prático-laboratoriais (60%).
2. Testes (30%).
3. Participação presencial (10%).
Ao abrigo do ponto 8 do artigo 13º do Regulamento Académico do 1º Ciclo de Estudos da ESEC, o aluno deve cumprir as seguintes condições para acesso à prova de exame:
1. Ter uma classificação mínima de 40% no item 1.
O exame consta de uma prova teórica (50%) e de uma prática (50%). O acesso à prova prática está condicionado à obtenção de 40% na prova teórica.
Resultados de Aprendizagem
1. Identificar e descrever o modelo de formação, organização e programação da prática dos jovens atletas.
2. Identificar, caracterizar e descrever as capacidades motoras condicionais e coordenativas, as formas de organização e estrutura tipo da sessão de treino com os escalões infanto-juvenis.
3. Compreender, explorar, promover e implementar em diferentes campos de intervenção profissional, programas adequados ao contexto em que se desenvolvem as práticas da modalidade.
4. Planificar, conceber e operacionalizar de sessões de treino, utilizando metodologias, estratégias e situações de ensino adequadas à aprendizagem dos praticantes.
5. Realizar a um nível elementar as diferentes especialidades do atletismo: velocidade, barreiras, saltos, lançamentos e marcha atlética.
Programa
1. A formação de jovens atletas.
2. O desenvolvimento da condição física nos escalões de formação.
3. Treino da velocidade e estafetas nos escalões de formação.
4. Treino da marcha atlética nos escalões de formação.
5. O treino das barreiras nos escalões de formação.
6. O treino dos saltos nos escalões de formação.
7. O treino dos lançamentos nos escalões de formação.
Métodos de Avaliação
- - Frequência - 30.0%
- - Trabalho laboratorial ou de campo - 60.0%
- - Assiduidade e Participação - 10.0%
- - Exame - 50.0%
- - Provas práticas - 50.0%
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
1. Anderson, O. (2013). Running science. Human Kinetics.
2. Daniels, J. (2022). Daniels’ running formula. Human Kinetics.
3. Iglésias, P. (2000). Fichas técnicas de atletismo. APPEFDC.
4. Polischuk, V. (1996) Atletismo: Iniciación y perfeccionamiento. Paidotribo
5. Mota, C. (1996) Acção de formação barreiras. Iniciação ao treino com barreiras. Associação de Atletismo do Porto.
6. Rogers, J. (2000). USA track & field coaching manual. Human Kinetics.
7. Rosado, A. (1989). O ensino do atletismo na escola e no clube. FMH.
8. Repositório da Federação Portuguesa de Atletismo (disponível em: http://formacao.fpatletismo.pt/index.php).