Conhecimentos de Base Recomendados
Esta Unidade Curricular não assume conhecimentos prévios de outras unidades curriculares do curso.
Métodos de Ensino
1 – Método expositivo: método explicativo onde factos, conceitos, princípios e generalizações são definidos e apresentados pelo professor e discutidos com a turma, seguido de exemplos demonstrativos;
2 – Método experimental: método ativo onde o aluno desenvolve o conhecimento através da resolução individual de problemas e o desenvolvimento de projetos laboratoriais individuais ou em dinâmica de grupo.
Resultados de Aprendizagem
1. Compreender os conceitos e operações relativos a bases de numeração, codificação e aritmética aplicados a sistemas de computação.
2. Representar e simplificar funções booleanas.
3. Caracterizar as principais famílias lógicas.
4. Analisar e sintetizar circuitos combinatórios e sequenciais.
5. Projetar, montar e testar circuitos digitais em laboratório.
Programa
1. Introdução aos Sistemas Digitais.
2. Bases de Numeração (Numeração decimal, binária, octal e hexadecimal. Conversão entre bases. Códigos BCD e ASCII. Complemento a 1 e 2 de um código binário. Aritmética Digital).
3. Álgebra de Boole (Noções de função booleana. Funções booleanas básicas. Postulados, propriedades e teoremas da álgebra de Boole. Forma canónica de uma função booleana. Obtenção da função lógica a partir da tabela de verdade).
4. Funções Lógicas (Formas de representação. Simplificação de funções pelo método algébrico. Mapas de Karnaugh. Simplificação usando mapas de Karnaugh).
5. Tecnologia de Sistemas Digitais (Funções AND, OR e funções deriváveis destas. Famílias lógicas TTL , CMOS e implementadas em FPGAs. Características de cada uma das famílias lógicas. Portas tri-state).
6. Circuitos Combinatórios (Circuitos típicos. Multiplexer e demultiplexer. Codificadores e descodificadores. Comparadores).
7. Circuitos Sequenciais (Biestáveis síncronos e assíncronos. Biestáveis S-R, J-K, D e T).
Docente(s) responsável(eis)
José Pedro de Matos Nogueira AmaroMétodos de Avaliação
A avaliação é composta por:
Avaliação laboratorial com valoração de 12 valores em 20. A componente teórica com valoração de 8 valores em 20. Ambas as componentes possuem um mínimo de avaliação de 40%.
A componente laboratorial é realizada com 2 testes laboratoriais, um conjunto de trabalhos com frequência semanal e um projeto final.
Os dois testes são cotados da seguinte forma: 1º teste 2 valores; 2º teste 2 valores.
A entrega de todos os trabalhos laboratoriais é cotado com até 2 valores, dependendo da avaliação individual de cada trabalho.
O projeto final é cotado para 6 valores.
O projeto final, bem como os trabalhos semanais, são avaliados numa defesa individual oral.
A não comparência a qualquer dos elementos de avaliação determina uma valoração nula dessa componente.
A componente teórica é avaliada com um exame final. A avaliação teórica de exame pode estar sujeita a uma avaliação oral complementar.
A nota final deverá ultrapassar os 9,5 valores e existe um limite de 2 faltas não justificadas na componente laboratorial.
Os alunos abrangidos por regimes especiais de frequência não estão dispensados da componente laboratorial nem da entrega dos trabalhos de laboratório. Para o efeito devem contactar o docente docente responsável, no sentido de ser elaborado um plano para a entrega dos trabalhos laboratoriais em face da eventual necessidade de faltarem às aulas laboratoriais.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
-
ARROZ, Guilherme, MONTEIRO, José, OLIVEIRA, Arlindo Manuel Limede de (2009). Arquitectura de computadores : dos sistemas digitais aos microprocessadores (2ª ed). Lisboa : IST Press. (Cota:1A-2-91 (ISEC) – 15966)
- DIAS, Morgado (2012). Sistemas digitais : princípios e prática (3ª ed.). Lisboa : FCA – Editora de Informática, Lda.(Cota: 1A-8-84 (ISEC) – 18683).