Aconselhamento e Orientação Gerontológica

Conhecimentos de Base Recomendados

N/A

Métodos de Ensino

Procurar-se-á utilizar uma metodologia diversificada de modo a que os alunos vivenciem na sua formação aquilo que teoricamente lhes é proposto. Quer nas aulas mais teóricas, quer nas aulas de carácter mais prático, será incentivada a participação dos alunos nomeadamente no âmbito da análise crítica de casos práticos e de textos/artigos científicos.
Os estudantes podem optar por avaliação contínua ou por exame. A avaliação contínua consiste em 2 momentos de avaliação: 1 teste escrito (50%) e o desenvolvimento de um trabalho individual ou de grupo – realização de um plano de AOG (50%). A avaliação por exame consiste num teste escrito (100%).

Resultados de Aprendizagem

1. Reconhecer o aconselhamento e orientação gerontológica (AOG) como uma competência profissional do Gerontólogo Social.
2. Dominar e aplicar as competências técnicas de AOG .
3. Conhecer as próprias aptidões sociais relacionais e aplicá-las e adequá-las em situações de gestão emocional difícil.
4. Desenvolver a capacidade de aconselhamento e orientação adequada a cada caso e resposta social, dificuldades e potencialidades da pessoa idosa.
5. Desenvolver competências relacionais com as pessoas idosas, família e profissionais em contexto institucional.
6. Conhecer o enquadramento legal para o aconselhamento e orientação em situações de incapacidade da pessoa idosa.
7. Compreender que o plano de intervenção traçado em equipa multidisciplinar decorrente da avaliação prévia constitui forma de AOG em termos de: prevenção, tratamento, reabilitação e suporte.
8. Compreender o aconselhamento e orientação como um método de coaching na intervenção gerontológica.

Programa

1. Aconselhamento e orientação gerontológica: perfil profissional do Gerontólogo Social.
2. Modelos de aconselhamento e orientação gerontológica: modelos relacionais e de intervenção.
3. Aptidões sociais e comunicacionais: relação gerontólogo social e pessoa idosa e/ou sua família.
– as principais orientações e comportamentos no relacionamento interpessoal: estilo passivo, assertivo, agressivo.
– estratégias comunicacionais potenciadoras de empatia, interconhecimento e envolvimento familiar.
– stress do cuidar na profissão- causas
4. Estratégias não farmacológicas de intervenção individual e grupo (intervenção centrada na pessoa).
5. Plano de intervenção: medida de orientação e aconselhamento gerontológico.
6. O coaching como intervenção gerontológica: pressuposto de inesgotável capacidade de desenvolvimento da pessoa idosa.
7. Enquadramento legal: situações de incapacidade no aconselhamento e orientação gerontológica.
– Respeito pela vontade residual da pessoa idosa incapaz.

Docente(s) responsável(eis)

Métodos de Avaliação

Avaliação periódica
  • - Trabalho Individual e/ou de Grupo - 50.0%
  • - Frequência - 50.0%
Exame
  • - Exame - 100.0%

Estágio(s)

NAO

Bibliografia

CID (2005). Manual de Boas Práticas: um guia para o acolhimento residencial das pessoas mais velhas. Instituto da Segurança Social, I.P. Lisboa.
Fachada, M. O. (2012). Psicologia das relações interpessoais. Lisboa: Edições silabo lda.
Greenberg, L. (2014). Terapia Focada nas Emoções. Coisas de Ler. Lisboa. ISBN: 978-989-8659-44-6
Maguire, P. (2000). O manejo das comunicações difíceis. In: Corney, Roslyn (Coord). o desenvolvimento das perícias de comunicação e aconselhameto em Medicina (2ª edição). Lisboa: Climepsi.
Pereira, F. (2012). Teoria e Prática da Gerontologia. Viseu: Psicossoma.
Ramos, M. (2001). Desafiar o desafio. Prevenção do Stresse no trabalho. Lisboa: RH editora.
Ramos, M. (2005) Crescer em Stresse. Usar o Stresse para Envelhecer com Sucesso. Ambar, 2005.
Stefan P., Paula H., & Christian L. (2014). Social counselling for older people—between advice and therapy. European Journal of Social Work, 17(3), 415-432, DOI: 10.1080/13691457.2013.878314.