Práticas de Secretariado e Assessoria I

Conhecimentos de Base Recomendados

  • CB1. Noções gerais de utilização das principais ferramentas do Microsoft Office (UC: Sistemas de Informação).

Métodos de Ensino

  • ME1. Método expositivo e interativo, com análise de textos e realização de exercícios práticos.
  • ME2. Aprendizagem Baseada em Casos, com análise de situações reais de comunicação e expressão oral e escrita.

Resultados de Aprendizagem

Objetivos de Aprendizagem (OA):

  • OA1. Compreender as atividades de secretariado e assessoria no contexto do funcionamento estratégico das organizações.
  • OA2. Compreender a importância dos normativos da qualidade para a inovação das organizações.
  • OA3. Compreender, gerir e avaliar boas práticas de secretariado.
  • OA4. Saber articular práticas de assessoria com os objetivos organizacionais.
  • OA5. Aplicar práticas de organização de processos de trabalho.
  • OA6. Aplicar técnicas de comunicação nas organizações.
  • OA7. Assessorar e aconselhar a direção acerca das necessidades de informação.

Competências a Desenvolver (CD):

  • CD1. Capacidade reflexiva e executiva das práticas de secretariado e assessoria.
  • CD2. Capacidade de executar processos inerentes à inovação nas organizações.
  • CD3. Capacidade de assessorar a direção na melhoria contínua das práticas e processos organizacionais.
  • CD4. Capacidade de comunicar de forma clara e assertiva com todos os membros de uma organização.

Programa

1. Assessoria de Direção e o Desenvolvimento Organizacional

  • 1.1. Importância da Assessoria e o desenvolvimento dos objetivos das organizações.
  • 1.2. Práticas relevantes de Assessoria de Direção para o desenvolvimento das organizações.

2. Comunicação Organizacional e as práticas de Assessoria

  • 2.1. Análise às necessidades de comunicação.
  • 2.2. Comunicação Interna e a Assessoria.
  • 2.3. A Qualidade e a Auditoria Interna.

3. Práticas aplicadas

  • 3.1. Redação do relatório de identificação de necessidades de informação estratégias.
  • 3.2. Redação do relatório qualidade e a identificação de oportunidades de melhoria.

Docente(s) responsável(eis)

Ana Isabel da Costa Natividade Rodrigues

Métodos de Avaliação

1. Avaliação Periódica 1:

  • 1.1 Prova escrita sem consulta (60%) a realizar em aula e em data a definir, elemento de avaliação obrigatório com nota mínima de 8 valores.
  • 1.2 Trabalho prático (40%), grupo constituído por 3 estudantes com apresentação e defesa oral em aula e em data a definir, com entrega via
    NONIO até data a definir, elemento de avaliação obrigatório com classificação mínima de 8 valores.

A classificação final resultará da média dos dois instrumentos de avaliação estabelecidos, e que se pode diferenciar de entre os elementos do grupo de
trabalho. A interação e a colaboração entre os elementos de cada grupo são fundamentais, para o sucesso comum. A determinação e o cumprimento de prazos são indispensáveis para atingir os objetivos.

Classificação final: Prova escrita 60% + Trabalho prático * 40%

2. Avaliação Periódica 2:

  • 2.1 Prova escrita sem consulta(70%) a realizar em data definida no Calendário Escolar para a época Normal. Elemento de avaliação obrigatório com classificação mínima de 8 valores.
  • 2.2 Trabalho prático individual (30%), com apresentação e defesa oral na mesma data de realização da prova escrita descrita no ponto anterior. Entrega via NONIO até 48h antes da data prevista. Elemento de avaliação obrigatório com classificação mínima de 8 valores.

A classificação final resultará da média dos dois momentos de avaliação estabelecidos.

Classificação final: Prova escrita*70% + Trabalho prático*30%

3. Avaliação por Exame:

Consiste na realização de uma prova escrita sem consulta (100%). O aluno tem acesso à avaliação final em época de recurso:

a) Se submeteu à avaliação em época normal e não obteve aprovação;

b) Não se submeteu à avaliação em época normal;

c) Não cumpriu a percentagem de presenças obrigatórias;

d) Pretende prestar provas de melhoria de classificação obtida em momentos de avaliação anteriores.

Notas:

  1. A opção por avaliação periódica obriga à comparência em 60% das aulas lecionadas sendo as faltas justificadas consideradas para a contagem de presenças. O não cumprimento das presenças obrigatórias conduz, automaticamente, para avaliação na época de Recurso.

  2. Os alunos que tenham estatuto de Trabalhador-Estudante podem justificar as suas faltas com base na apresentação de declaração da entidade patronal, em que conste o respetivo horário de trabalho. Neste caso, o docente procurará encontrar, em articulação com o aluno, uma forma de compensar o não cumprimento da assiduidade mínima exigida.

  3. No caso de suspeita fundada de fraude detetada na fase de correção de prova, o estudante será convocado a prestar prova oral para verificação dos conhecimentos e competências demonstrados nas provas escritas. A prova oral será realizada por um júri constituído pelo docente da UC e por mais dois docentes da mesma área. Caso o estudante não comprove possuir os conhecimentos e competências demonstrados na prova escrita, esta prova será anulada.

    Estágio(s)

    NAO

    Bibliografia

    Bibliografia Principal

    • Pina e Cunha, M., Rego, A., Campos e Cunha, R., & Cabral-Cardoso, C. (2004). Manual de comportamento organizacional e gestão. RH Editora.

    Bibliografia Complementar

    • Beckhard, R. (1969). Organization development: Strategies and models. Addison-Wesley.
    • Davidow, W. H., & Malone, M. S. (1992). The virtual corporation: Structuring and revitalizing the corporation for the 21st century. HarperBusiness.
    • Détrié, P., & Broyez, C. (2001). La communication interne au service du management. Éditions Liaisons.
    • Lawler, E. E., Nadler, D. A., & Cammann, C. (Eds.). (1980). Organizational assessment. John Wiley & Sons.
    • Lopes, A., & Capricho, L. (2002). Manual de gestão da qualidade. Sílabo.
    • Rocha, J. (2006). Gestão da qualidade. Escolar Editora.
    • Smith, L., & Mounter, P. (2005). Effective internal communication. Kogan Page.
    • Schein, E. H. (1999). Process consultation revisited: Building the helping relationship. Addison Wesley.