Conhecimentos de Base Recomendados
Não aplicável.
Métodos de Ensino
As metodologias a utilizar incluirão o método expositivo, espaços de discussão, aprendizagem em grupo, trabalhos de investigação e pesquisa, elaboração de projeto, visitas, apresentações em aula (pelos alunos), e resolução de problemas.
Resultados de Aprendizagem
- Conhecer os principais documentos enquadradores das atividades de planeamento e gestão urbanísticas em Portugal e o papel das autarquias.
- Conhecer os instrumentos e procedimentos relacionados com a gestão urbanística em contexto urbano.
- Efetuar análises quantitativas e qualitativas de intenções de intervenção no território por parte de particulares.
- Analisar criticamente, do ponto de vista da sustentabilidade, a produção de espaço urbano através de loteamentos.
- Identificar as tendências relativas à governança territorial participada e práticas associadas.
Programa
- Planeamento e gestão territorial em Portugal: enquadramento legal, conceitos e prática; sistema e instrumentos.
- Autarquias locais e suas competências no domínio da gestão urbanística.
- Licenciamento como ferramenta de gestão urbanística: procedimentos.
- Técnicas operacionais associadas ao planeamento e gestão urbanística: análise de sítios, análise demográfica, análise socioeconómica, indicadores urbanísticos.
- Decisões urbanísticas: tipos (estratégicas e não-estratégicas); métodos de apoio a decisão (análise custo-benefício e multicritério).
- Loteamentos urbanos: procedimentos, critérios de conceção e apreciação, análise do ponto de vista da sustentabilidade.
- Sistemas de execução dos planos municipais e a gestão urbanística perequacionada.
- Políticas de solos ao nível municipal.
- Governança e participação pública em contexto de planeamento do território.
- Os sistemas de informação geográfica (SIG) na gestão urbanística.
Docente(s) responsável(eis)
Alexandra Maria Galvão RibeiroMétodos de Avaliação
A avaliação organiza-se em três modalidades:
1. Avaliação contínua e periódica
- Baseada em duas provas escritas: a primeira a meio do semestre e a segunda no final.
- Cada prova exige uma nota mínima de 30%.
- A classificação final corresponde à média aritmética das duas provas.
- Os estudantes que não obtiverem aprovação nesta modalidade não têm acesso ao exame normal, apenas ao exame de recurso.
2. Avaliação por exame
- Consiste na realização de um exame (normal ou de recurso), de acordo com o calendário definido, no qual é avaliada toda a matéria da unidade curricular.
- A classificação final é a obtida no exame realizado.
3. Estudantes Erasmus
- Avaliados através de trabalhos práticos (50% da nota final), com defesa obrigatória, realizados ao longo do semestre.
- Complementados por uma prova final, a realizar no final do semestre em data a definir antes da época de exames, ou em exame da época normal ou de recurso, com peso de 50% na nota final.
- Cada componente (trabalhos práticos e prova final) exige uma classificação mínima de 30%.
- Apenas a componente relativa à prova final pode ser melhorada no exame de recurso.
- A classificação final resulta da soma ponderada das duas componentes.
Em qualquer modalidade, o estudante é aprovado se a classificação final, arredondada às unidades, for igual ou superior a 10 valores.
Estágio(s)
NAO
Bibliografia
- Correia, P. V. D. (1993). Políticas de solos no planeamento municipal. Fundação Calouste Gulbenkian
- Ferrão, J. (2003). Intervir na cidade: complexidade, visão, rumo. Em N. Portas, Á. Domingues, & J. Cabral (Orgs.), Políticas Urbanas: tendências, estratégias e oportunidades. Fundação Calouste Gulbenkian
- Lobo, M. L. Costa. (2001). Administração urbanística: evolução legal e sua prática. IST Press
- Mascaró, J. L. (2005). Loteamentos urbanos (2.ª ed.). Masquatro
- Pardal, S., Correia, P. V. D., & Lobo, M. L. Costa. (1991). Normas urbanísticas. DGOT/UTL
- Legislação relevante